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Neste texto apresentamos alguns conceitos e idéias iniciais para se pensar e vivenciar um pouco melhor os pontos de vista e formas de ver o mundo referentes a um passado Europeu pré-católico e de alguns dos seus povos.
A idéia deste texto, dividido em tópicos é fornecer uma base histórica mais assentada e não baseada em negações de um longo passado europeu. Tais distorções infelizmente se iniciaram em 380 da era vulgar e até hoje trazem muita confusão e falhas interpretativas bem graves na produção cultural do nosso meio social.
Infelizmente, muito pouco sobre isto é ensinado nas grades curriculares estudantís e também nos supostos "conhecimentos secretos" ou não debatidos publicamente ao longo da Subcultura Vampyrica.
É preciso, enxergarmos mais e aprofundadamente, temos que ser mais "Vamps" e parar de nos basearmos em "passados revelados" ou "inventados", entre os séculos XVII e XIX.
Um texto de Lord A:. |
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Devemos resgatar e entender, o que havia históricameantes do ano 380 da era vulgar - e quem sabe assim começarmos a sanar os traumas e a sede imortal de uma cultura ocidental, que delegou a sombra ou a alienação toda sua identidade e base formativa - para adotar uma cultura artificial e amputar a sí mesma para encaixar-se em moldes e padrões in compatíveis.
Não falo de um tipo de "decoréba histórico" e falo da busca por obras e autores destes tempos anteriores, do estudo de obras de arte, do passear em livrarias de arte folhando livros e comparando o que vê neles com o que pesquisa.Falo do desenvolvimento de um olhar mais afetivo e aprofundado.
Note que todo este "passado" europeu e seu "repertório" encontram-se nas idéias de uma "sombra" vitoriana. Mais ou menos escondido, como se varrido para debaixo de um tapete.Ele interfere de forma incontrolável em nossos cotidianos - o que não seriam os arquétipos e afins?
Nossa linguagem cientifica tanto sobre o orgânico como sobre o mental, utiliza-se de seus termos e especificidades. Mesmo no Brasil, nossas construções nos centros da cidade, mais antigas (século XIX e inicio do século XX) carregam seus deuses e simbolos apotropáicos nos entalhes.E o que não falarmos da arte religiosa, que re-interpretava os temas da antiguidade, apenas trocando deuses e heróis por anjos e santos.
Conhecer isso, não é e nem serve como nenhuma forma de justificativa para agressão, de violência ou ainda de perpetuação de crimes étnicos e etcs.Estes, como tais, devem ser punidos e os direitos civís devem ser resguardados pelo país onde vivemos.Também, não constitue nenhuma forma de saber "religioso" ou devocional, podendo ser localizado em livros de história variados e também na bibliografia deste site.
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